Confira aqui os fatores que indicam uma gestão escolar de qualidade

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Uma escola bem conservada, com ambiente moderno e equipado, atividades extraclasse, professores qualificados, alunos motivados, equipe comprometida e comunidade atuante é fruto de uma gestão escolar de qualidade. Isso reflete seus resultados na aprendizagem dos estudantes.

Um bom gestor escolar deve ser capaz de estabelecer o planejamento da instituição, adotar tecnologias que fomentem o conhecimento, fazer o controle dos gastos, instaurar uma gestão participativa e democrática e trabalhar com foco em cada um dos alunos. Para isso, é importante estar aberto ao diálogo e às novas possibilidades para uma administração ainda mais eficiente.

A seguir, preparamos para você os fatores que indicam uma gestão escolar de qualidade. Confira!

Planejamento escolar

Poder contar com um planejamento escolar eficiente é o primeiro ponto para avaliar se a gestão é de qualidade. Quando bem definido, o plano deve abranger todas as áreas da escola, desde a esfera pedagógica até a financeira.

É importante que o planejamento seja feito antes do início de cada ano letivo. Dessa forma, é possível traçar objetivos a serem cumpridos e há tempo para elaborar estratégias para alcançá-los. Para isso, o gestor deve estabelecer metas claras para curto, médio e longo prazo.

Consequentemente, a instituição consegue evitar imprevistos e, caso ocorram, a gestão escolar é capaz de enfrentar os problemas com mais consciência e capacidade de ação. Todos esses pontos devem ser anotados para que entrem no plano do ano seguinte e, assim, novos contratempos podem ser evitados.

Gestão financeira

Uma boa gestão escolar não deve visar apenas o lucro, mas precisa controlar os gastos para evitar contas negativas ao final do mês. Assim, é possível investir em novos equipamentos e ferramentas pedagógicas, realizar reformas e aplicar em outros recursos que objetivam a melhoria da educação.

Essa administração deve ser realizada durante todo o ano letivo. O gestor precisa elaborar um orçamento, definir prioridades, acompanhar as contas, identificar desperdícios e otimizar os recursos disponíveis, sempre respeitando o planejamento escolar estratégico.

A tecnologia pode ser muito útil nesse processo. Existem diversas plataformas e ferramentas que permitem um acompanhamento financeiro escolar muito mais prático e eficiente. Dessa forma, é possível otimizar o trabalho e realizar uma gestão financeira mais transparente.

Bom relacionamento com colaboradores

Garantir um bom relacionamento entre os colaboradores é fundamental para uma gestão escolar de qualidade. Qualquer equipe melhora a sua produtividade quando os membros têm uma comunicação clara e eficiente. Isso também aumenta a confiança no ambiente de trabalho.

Para isso, é importante conhecer os pontos fortes e fracos do grupo de trabalho. Também é válido realizar reuniões e fornecer feedbacks que visem a melhoria e a evolução de cada um. Lembre-se de que é função do gestor alinhar todo o time em prol de um objetivo comum: ensinar com excelência.

Para promover uma gestão escolar de qualidade, é necessário que o gestor envolva toda a comunidade escolar — pais, alunos e professores. Assim, eles podem assumir o papel de corresponsáveis na construção de uma escola que visa o ensino de excelência para todos os sujeitos envolvidos nos trabalhos.

Para facilitar e modernizar a gestão escolar, conte com uma plataforma para educação que complementa o dia a dia do educador em sala de aula. Entre em contato conosco e saiba mais sobre a tecnologia qmágico!

Inteligência de Dados no processo pedagógico

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“Caso de sucesso – Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem através da Inteligência de Dados?”

Você sabe como o qmágico (atual Eduqo) vem ajudando os colégios?

Hoje, trouxemos uma conversa com a coordenadora Fernanda, do Colégio Boa Viagem (Recife), para contar um pouco mais da nossa parceria!

 

O Colégio Boa Viagem possui mais de 2.000 alunos do Ensino Infantil ao Ensino Médio. Dentro da Instituição mais de 90% dos alunos saem preparados para os vestibulares mais concorridos do Brasil, além de ter 100% de aprovação na universidade Cambridge e ter ganhado o prêmio em 2015 da PNGE de Gestão Educacional.

 

Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem?

A Coordenadora Fernanda comentou que a parceria do Colégio Boa Viagem e qmágico ajuda muito na otimização e elaboração dos conteúdos.

Todo início de ano é realizado uma sondagem, que é a nossa Avaliação Diagnóstica, a fim de observar os principais conteúdos com maior nível de defasagem entre os alunos.

Junto com o relatório geral dos alunos, é também enviado um diagnóstico individual, que só é possível registrar através da Inteligência da dados, mostrando as suas principais defasagens com relação aos conteúdos estudados no ano passado. Com isso, o relatório do desempenho para a família fica instantâneo.

Baseado no relatório da Avaliação Diagnóstica foi criado um projeto dentro do Colégio que reúne grupos de alunos focais, chamado de CBV+,

Assim, eles conseguem personalizar o conteúdo com baixo desempenho para esses alunos.

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Qual o problema que o CBV+ está resolvendo?

Hoje o CBV+ ajuda muito no desenvolvimento do aluno, pois é possível preencher aquela ‘lacuna’ que ficou faltando no bimestre anterior. E esse desenvolvimento não seria possível sem o qmágico.

Por meio do qmágico é feito todo mapeamento adequado para entender qual conteúdo é necessário retomar, sendo possível enxergar aqueles tópicos que foram trabalhados no início, mas que só foram diagnosticados com defasagem depois de um período de tempo.

 Como era antes e como é agora?

No passado o CBV+ era chamado de aulas extras que se resumiam em aulas expositivas. Atualmente este projeto tem evoluído bastante, os professores não se limitam ao espaço de sala de aula com quadro. As aulas hoje são variadas entre ambientes desde o tradicional até a famosa sala que induz o Ensino Híbrido. As variações são feitas por rotações e mudam a cada 4 aulas dadas. Nesse modelo é permitido que o professor seja mais autônomo em suas atividades e atue como intermediador. Desta forma é possível a promoção do protagonismo e do aprendizado mútuo.

Como é o engajamento dos alunos no projeto CBV+?

Tudo é uma questão de conquistar o aluno. Ele precisa entender que aquele conteúdo irá fazer diferença em sua vida. Com o envolvimento do aluno no projeto  é possível enxergar a sua evolução, deixando claro o impacto promovido pelo CBV+.

O modo como o CBV+ consegue personalizar o ensino e trazer o aluno cada vez mais perto do Colégio é muito mais valioso. O projeto permite sanar algumas defasagens encontradas ao longo do ano, de modo não tradicional, mas algo que conversa exatamente com a linguagem do aluno, que é usando a tecnologia.

 

O que a família enxerga de benefício?

É evidente que todas as novidades com relação a parte de melhoria pedagógica são bem aceitas e aprovadas pelos pais. Nas reuniões há um maior engajamento e exata percepção dos pais quanto a evolução de seus filhos.

Além disso, o Colégio possui uma agenda eletrônica de acompanhamento, ou seja, ele consegue analisar se seu filho foi pra aula e quais conteúdos foram trabalhado naquele dia.

Logo, os pais conseguem entender se o aluno realmente mergulhou de cabeça no conteúdo, se ele procurou o professor fora do horário de aula e se ele está interessado no que vem sendo oferecido.

 

Como isso ajuda na fidelização de alunos?

O projeto ainda é bem novo, não é possível ter uma certeza com exatidão do quanto ela ajuda nesse processo de fidelização. Porém, Fernanda comenta que é algo que o Colégio oferece e que é muito bem recebido tanto pelos pais quanto pelos  alunos. Portanto, o colégio continuará pelos próximos anos personalizando e identificando as dificuldades dos alunos e sanando as deficiências ao longo do seu período escolar.

E você, educador, tem incentivado a personalização do ensino por meio da tecnologia?

Para conhecer e saber mais sobre a Eduqo e as nossas soluções pedagógicas, acesse aqui.

 

Larissa Almeida, produtora de conteúdo na Eduqo.

Como a tecnologia educacional pode estimular o protagonismo do aluno

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Sabe aquele aluno que não larga o celular? Já imaginou que, ao convidá-lo a participar da aula fazendo uma pesquisa no Google, esse celular pode se tornar uma tecnologia educacional e ajudá-lo a ter um papel mais protagonista em sala de aula?

 

Isso porque a tal da tecnologia educacional consiste no uso estratégico de recursos tecnológicos a fim de potencializar o processo de ensino-aprendizagem, engajando mais o estudante. De forma resumida: é usar a tecnologia com foco pedagógico, orientado para o conhecimento.

 

Como seria isso na prática? Usar, por meio da internet, um quiz para ensinar história, por exemplo. O onlinequizcreator oferece uma versão gratuita para que professores criem quizzes. É uma forma de ensinar gerando engajamento, curiosidade.

 

Minecraft, um dos maiores jogos infantis da atualidade, é outro recurso que vem sendo explorado como tecnologia educacional. Algumas escolas, inclusive, já o adotam como base para projetos pedagógicos. Com Minecraft, os alunos se divertem em um processo criativo, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades cognitivas que serão usadas no dia a dia.

 

Em sala, uma aula feita com o apoio de tecnologia educacional (como, por exemplo, apresentações em PowerPoint, com recursos visuais e gráficos que reforcem o conteúdo) pode aumentar bastante o nível de engajamento do aluno.

Ao possibilitar que o aluno interaja durante o aprendizado por meio de uma consulta bem-feita no celular (ou tablet), o educador estimula o seu protagonismo. Afinal de contas, o estudante conta com um tipo de suporte para ajudá-lo a construir sua linha de raciocínio e, consequentemente, sua contribuição aos debates na escola.

 

A sala de aula invertida, metodologia que vem ganhando muito espaço ao propor uma nova didática, também mostra como é possível avançar com a tecnologia educacional. É possível fornecer ao estudante uma prévia do conteúdo que será tratado em sala de aula no dia seguinte em um portal online e, aí, ele faz sua pesquisa na internet para, na aula seguinte, levar sua pesquisa e debater os principais pontos e tirar dúvidas com os colegas e o professor.

 

Além dessas metodologias, as chamadas edtechs vêm fornecendo essa tecnologia educacional de forma bastante assertiva.

 

O qmágico, por exemplo, é uma plataforma que viabiliza a personalização dos conteúdos, aumentando a eficácia de uma aula e gerando engajamento por parte dos alunos. Ao disponibilizar os materiais didáticos em formato semelhante às redes sociais, a plataforma desperta o interesse dos alunos, que associam às atividades ao entretenimento e ficam mais envolvidos com o estudo.

 

Outro ponto forte da tecnologia educacional é ajudar o professor a entender os pontos específicos de melhoria do estudante, oferecendo informações sobre quanto tempo um aluno levou em determinada atividade, qual foi mais realizada pela turma etc. Isso ajuda o educador a identificar dificuldades específicas e, dessa forma, elaborar uma estratégia mais eficaz para resolvê-las.

 

Outra plataforma que estimula o protagonismo do aluno por meio da tecnologia educacional é  a Estante Mágica. A plataforma, gratuita para escolas, permite que alunos de educação infantil e ensino fundamental escrevam e publiquem o próprio livro. Com a tecnologia educacional, as histórias desenvolvidas por cada estudante são digitalizadas em formato de e-book (gratuitamente) e, depois, transformadas em livros impressos.

 

Ao participar do projeto, cada criança tem a chance de se tornar uma escritora, o que intensifica o protagonismo infantil. Além disso, o contato com o livro digital traz novos olhares e novas possibilidades de leitura para os jovens, preparando-nos para uma cultura digital (uma das 10 competências estabelecidas pela BNCC).

 

As possibilidades são grandes e o entusiasmo é certo: a tecnologia educacional é uma grande ferramenta para empolgar alunos por conhecimento e transformá-los em autores do próprio crescimento intelectual (e pessoal).

Quer saber como implementar a tecnologia na sua escola de forma produtiva? Clique aqui e baixe o e-book “Dicas para implementar tecnologia na instituição de ensino”.

 

Abraços mágicos :)

 

Ericka Kellner é jornalista na Estante Mágica, plataforma educacional gratuita que, em parceria com escolas, transforma crianças em escritoras.

Como a inteligência artificial pode otimizar o aprendizado nas escolas?

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A inteligência artificial (IA) pode ser definida como algoritmos que operam em softwares que, analisando o contexto no qual estão inseridos, conseguem tomar decisões para alcançar um objetivo preestabelecido. Esses programas podem ser aplicados em diversas situações, como na solução de problemas ou na exibição inteligente de conteúdos.

Na sala de aula, a IA atua no mapeamento das dificuldades dos alunos em determinadas disciplinas e, a partir disso, elabora conteúdos especializados para o seu treinamento. Alguns softwares já são capazes de antecipar os obstáculos de aprendizagem que os estudante possa vir a ter, baseado no perfil desse jovem.

Além disso, muitos softwares já oferecem uma interface de diálogo, de forma que os alunos possam tirar dúvidas por meio de perguntas feitas diretamente para a máquina, sem precisar da interação com o professor. Confira, a seguir, os benefícios dessa tecnologia para otimizar o aprendizado nas escolas.

Promove a inovação

Com a inteligência artificial, as instituições de ensino podem oferecer aos alunos uma plataforma personalizada, com vídeos, textos e exercícios, criados conforme as preferências e deficiências de cada estudante. Essa inovação permite revolucionar a experiência de aprendizado por meio de uma plataforma integrada e inteligente, onde cada aluno tem a oportunidade de aprender no seu ritmo e de maneira customizada.

Facilita o cotidiano

Essa tecnologia é capaz de criar alertas para os alunos sobre a necessidade de estudar ou reforçar os conteúdos, associando essas informações ao tempo que resta até a próxima prova, por exemplo. Isso facilita o cotidiano de professores e alunos, que podem se organizar melhor.

As informações referentes a todas as atividades realizadas também podem ser reunidas em relatórios, o que permite ao professor saber quem fez o dever, em qual horário e com qual taxa de acertos. Com o passar do tempo, é possível reunir informações sobre a rotina de estudos de todos.

Proporciona a autonomia

As plataformas personalizadas dão mais autonomia aos alunos, possibilitando que eles estudem de acordo com suas necessidades e afinidades. Dessa forma, eles têm condições de avaliar o próprio desempenho e planejar os estudos de forma particular. Isso permite que o caminho para o aprendizado seja menor e sempre baseado em talentos, preferências e necessidades individuais.

Melhora o desempenho escolar

Os sistemas oferecem aos alunos uma espécie de guia em tempo integral, com os tutores virtuais. Isso leva o aprendizado para fora dos limites da sala de aula, aumentando a possibilidade de o aluno aprender ao longo do ano por meio de projetos do seu interesse.

Assim, a tendência é que os estudantes desenvolvam entusiasmo pelos estudos e melhorem o desempenho escolar. Além disso, os professores podem montar grupos de discentes com as mesmas dificuldades e, até mesmo, criar novos desafios para aqueles mais avançados.

A inteligência artificial pode ser aplicada nas escolas por meio de softwares educacionais, para acompanhar o dia a dia dos alunos em sala de aula. Para complementar o cotidiano dos professores, existem plataformas que analisam a evolução dos estudantes, garantindo um grande ganho de tempo para ambos, pois permite a realização de várias atividades diretamente pela plataforma, como a realização de deveres de casa e provas.

Gostou das vantagens que a tecnologia oferece para a sala de aula? Então, que tal conhecer o QMágico e aproveitar todas as suas vantagens?

5 dicas de como utilizar as redes sociais para captação de alunos

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A captação de alunos por meio das redes sociais é uma possibilidade cada vez mais comum, embora esbarre no desconhecimento dos profissionais do setor de educação. Com estratégias certas, o uso de canais adequados e com um conteúdo interessante é possível atrair mais gente interessada.

Nós vamos mostrar neste post, por meio de 5 dicas, como captar alunos de maneira eficiente usando essas redes sociais com a comunicação e abordagem adequadas. Confira!

1. Use os melhores canais

Os diferentes ambientes de redes sociais causam dúvidas: qual deles é o mais adequado para instituições de ensino? Bem, essa resposta depende da criação de conteúdo, mas também de qual desses ambientes é mais acessado.

Pensando na comunicação com o adolescente de 13 a 17 anos, o YouTube é utilizado por 85% deles. O Instagram vem em segundo, com o Facebook um pouco mais atrás. Essas redes sociais oferecem espaços para campanhas com alta capacidade de engajar, conseguindo visibilidade ampla e despertando interesse.

No YouTube, gerencie um canal com vídeos institucionais e sobre atividades da escola. No Facebook, mescle texto, vídeos e fotos. Já no Instagram, use a função Stories para mostrar o dia a dia da instituição.

2. Gere conteúdo interessante e de qualidade

No Instagram, no YouTube e no Facebook, é preciso gerar conteúdo capaz de chamar atenção, tratando de temas de interesse do público, além de gerar algo de qualidade, que realmente agregue. Somente assim vai ser possível criar uma identificação, atraindo o público para essas páginas.

Histórias sobre a instituição de ensino, conteúdos sobre aulas, registro em tempo real de atividades usando as lives e uma série de outros conteúdos têm ótimas chances de engajar.

O interessante é mostrar-se atento a assuntos atuais, ter uma postura que se comunique bem com o público-alvo e mostrar o que pode ser oferecido, justificando uma matrícula na sua escola.

3. Conheça seu público

A captação de alunos depende também de conhecer inteiramente com quem você vai se comunicar nas redes sociais. São, de fato, os alunos em potencial ou são os pais que precisam ser atingidos? Esses dois perfis estarão atentos aos seus canais, então é ideal trabalhar visando ambos.

A melhor maneira de definir essas características é criando personas, ou seja, figuras fictícias que reúnem os perfis de seus consumidores. Isso ajuda a direcionar as campanhas, os conteúdos e até mesmo a abordagem na hora de conduzir as redes sociais da instituição.

As personas podem ser geradas com informações extraídas de pesquisas ou até mesmo de observações. Em qualquer dos métodos utilizados, é importante usar como parâmetro o público da escola, sejam pais, sejam alunos.

4. Segmente suas campanhas

A segmentação é o que vai permitir que seus anúncios e campanhas em redes sociais sejam direcionados exatamente para quem você quer. Dessa forma, é possível conseguir uma audiência qualificada, ou seja, ter como seguidores somente pessoas que têm interesse no que você divulga.

Os parâmetros de segmentação podem ser feitos com base em dados de consumo, de localização, de idade, preferências e outras questões relevantes. Isso garante que você vai falar com as pessoas certas, tendo mais chances de converter esse trabalho em matrículas.

5. Use a comunicação adequada

Tão importante quanto saber com quem você fala, é fazer isso da forma adequada. As personas devem direcionar a linguagem e a abordagem que você usa nessas redes sociais, pois só assim seus seguidores se sentirão compreendidos.

Essa comunicação também abrange o espaço dado aos alunos para que eles interajam com as publicações da página. Isso gera engajamento, fazendo com que esses canais se desenvolvam cada vez mais, captando mais pessoas interessadas.

É importante ter uma linguagem apropriada, que se comunique com o jovem de maneira genuína, sem forçar muito, mas também se fazendo entender e se mostrando próximo a eles. Essa assertividade cria um relacionamento positivo, gerando o interesse.

A captação de alunos pelas redes sociais é necessária, mostrando resultados positivos, tendo em vista o uso crescente dessas plataformas. Com essas dicas você vai fortalecer sua estratégia e conseguir mais matrículas.

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