Artigos sobre avaliação diagnóstica.

Como acompanhar a evolução do aluno?

Garantir a evolução do aluno sem deixar ninguém para trás, respeitando o processo de aprendizado de cada um, é possível?

Escrito por: Luiza Braga

(redatora e comunicadora da Eduqo)

Evolução do aluno no contexto escolar

 

Muito antes do recesso escolar, a equipe pedagógica já está a todo vapor planejando o próximo semestre. Em geral, esse planejamento reúne as atividades do semestre, servindo de bússola para alcançar os objetivos e acompanhar a evolução do aluno.

No processo de desenvolvimento, uma criança pode demorar mais a engatinhar do que outra, e isso também acontece no ambiente escolar. Cada aluno tem um ritmo único no processo de aprendizado.

Por isso, ao fim de cada aula, ainda é um desafio saber se os alunos realmente estão aprendendo. Como identificar se algum aluno está ficando para trás nas atividades ou se todos andam juntos para o ponto almejado? É crucial que o professor respeite o ritmo de aprendizagem e busque estratégias para a evolução do aluno. Então, qual é o melhor caminho para avaliar (genuinamente) a evolução do aluno?

Se tratando de educação, não há receita pronta. Mas já existem alguns caminhos  que nunca saem de moda, como os registros pedagógicos. Onde o professor consegue acompanhar as atividades realizadas, frequências dos alunos e etc.Além do mais, esses registros já foram atualizados, e hoje muitos professores incrementam com fotos e vídeos, tornando possível o compartilhamento desses eventos importantes com os pais.

 Comparando e evidenciando a evolução dos alunos por meio da tecnologia

A observação do professor ainda é um recurso valioso para coordenação pedagógica. É fundamental a organização de todos os materiais usados durante as aulas numa ordem que faça sentido. É aí que a tecnologia pode ser de grande ajuda: software de gestão escolar tem muito a oferecer! Já ouviu falar de Avaliação Diagnóstica?

Banco de questões e sistema online seguro para interação de pais e alunos sobre a evolução do aluno em sala de aula são alguns dos benefícios. Além de uma leitura detalhada das notas, gerais e individuais, montada pelo sistema favorecendo a observação pontual do aprendizado dos alunos e otimizando o tempo em sala de aula.

Quer saber como isso funciona? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita!

 

Volta às aulas: como se preparar e seguir o planejamento?

Turma nova, revisão de conteúdo e respostas de especialistas para as dúvidas mais comuns desse período. Tudo para você ficar sabendo antes de retomar as aulas com a garotada no segundo semestre.

Escrito por: Luiza Braga

(redatora e comunicadora da Eduqo)

volta às aulas

O fim das férias anuncia: é hora de se preparar para a volta às aulas.  Encontros pedagógicos, informações das turmas e, consequentemente, continuidade do planejamento do próximo semestre.

Todo esse processo não tem nada de novo e pode até parecer simples, mas não é.  Sugestão: reúna os conteúdos que irá trabalhar nas aulas, desafios da faixa etária e as exigências de aprendizagem da turma. Vale recorrer à equipe pedagógica – professores e gestores – e também, a outros materiais, como acervo da escola e projetos. 

Mesmo assim, o surgimento de dúvidas e problemas durante o planejamento e nas semanas iniciais é totalmente normal. Responderemos abaixo algumas das dúvidas mais comuns:

Como me preparar para encarar uma turma que é considerada pelos meus colegas como difícil?

Partindo do princípio de que o conceito de difícil é relativo, o desafio pode ficar menor. O comportamento da turma depende da relação aluno-professor e as evidências sobre a dificuldade da turma são muito particulares. Turmas ”difíceis” para um professor podem se dar bem com outro. 

“Ao assumir um grupo novo, o educador não pode carregar preconceitos que surjam a partir de conversas com os colegas – apesar de essa troca ser importante”, explica Adriana Ramos, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral das Universidades de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp).

Junto de seus colegas de trabalho, procure descobrir quais são, especificamente, as características que tornam essa turma ‘’difícil’’. As dificuldades estão ligadas à indisciplina, ao rendimento nas avaliações ou a qual outro determinante? Tendo essas respostas, é viável e totalmente indicado, o planejamento de atividades estratégicas para contornar os obstáculos e tornar o grupo melhor.

Caso o problemas seja relacionado ao mal comportamento dos alunos, planeje atividades que promovam a convivência, dando oportunidade para trabalhos em grupos durante as aulas. Outra boa dica é reservar um tempo, semanalmente, para discutir os desafios enfrentados, nos conselhos de classe.

 Suspeito que minha turma ainda não tenha fixado alguns conhecimentos de anos anteriores. O que fazer para que isso não atrapalhe as aulas?

Primeiramente, certifique-se de sua impressão. Uma ferramenta essencial para o docente tirar isso a limpo é a avaliação diagnóstica, para avaliar de maneira precisa o que as crianças, de fato, já aprenderam e não perder tempo voltando ao que elas já conhecem. Se, ao analisar de maneira geral, perceber que a turma, não conseguiu atingir as expectativas de aprendizagem dos anos anteriores, é um sinal para repensar o planejamento. 

“Os alunos não podem deixar de aprender e, se eles não foram assimilados no passado, é papel do professor que assumiu a turma ensinar”, defende Débora Rana, formadora do Instituto Avisa Lá e coordenadora pedagógica da escola Projeto Vida, na capital paulista.

Darei aula para uma série da qual não estou acostumado. Como me preparar?

Nesse caso, o planejamento exige ainda mais cuidado. Para começar, você deve se desprender da turma anterior para conseguir entender as características da faixa etária da sua nova turma e conhecer as expectativas de aprendizagem.

Uma boa coisa a se fazer é conversar com colegas que já estão habituados a dar aula nessa série e até recorrer aos antigos professores da turma que irá assumir, afinal, essas pessoas podem passar informações que, provavelmente, te ajudarão a iniciar e esboçar um planejamento.

“O educador também precisa refletir sobre a maneira como sua experiência em uma série diferente pode ajudá-lo nesse novo desafio”, defende Daniela Panutti, coordenadora pedagógica da Escola Vera Cruz, na capital paulista.

 

 

Inteligência de Dados no processo pedagógico

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“Caso de sucesso – Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem através da Inteligência de Dados?”

Você sabe como a tecnologia qmágico da Eduqo vem ajudando os colégios?

 Hoje, trouxemos uma conversa com a coordenadora Fernanda, do Colégio Boa Viagem (Recife), para contar um pouco mais da nossa parceria!

O Colégio Boa Viagem possui mais de 2.000 alunos do Ensino Infantil ao Ensino Médio. Dentro da Instituição mais de 90% dos alunos saem preparados para os vestibulares mais concorridos do Brasil, além de ter 100% de aprovação na universidade Cambridge e ter ganhado o prêmio em 2015 da PNGE de Gestão Educacional.

Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem?

A Coordenadora Fernanda comentou que a parceria do Colégio Boa Viagem e qmágico ajuda muito na otimização e elaboração dos conteúdos.

Todo início de ano é realizado uma sondagem, que é a nossa Avaliação Diagnóstica, a fim de observar os principais conteúdos com maior nível de defasagem entre os alunos.

Junto com o relatório geral dos alunos, é também enviado um diagnóstico individual, que só é possível registrar através da Inteligência da dados, mostrando as suas principais defasagens com relação aos conteúdos estudados no ano passado. Com isso, o relatório do desempenho para a família fica instantâneo.

Baseado no relatório da Avaliação Diagnóstica foi criado um projeto dentro do Colégio que reúne grupos de alunos focais, chamado de CBV+. Assim, eles conseguem personalizar o conteúdo com baixo desempenho para esses alunos.

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Qual o problema que o CBV+ está resolvendo?

Hoje o CBV+ ajuda muito no desenvolvimento do aluno, pois é possível preencher aquela ‘lacuna’ que ficou faltando no bimestre anterior. E esse desenvolvimento não seria possível sem o qmágico.

Por meio do qmágico é feito todo mapeamento adequado para entender qual conteúdo é necessário retomar, sendo possível enxergar aqueles tópicos que foram trabalhados no início, mas que só foram diagnosticados com defasagem depois de um período de tempo. 

Como era antes e como é agora?

No passado o CBV+ era chamado de aulas extras que se resumiam em aulas expositivas. Atualmente este projeto tem evoluído bastante, os professores não se limitam ao espaço de sala de aula com quadro. As aulas hoje são variadas entre ambientes desde o tradicional até a famosa sala que induz o Ensino Híbrido. As variações são feitas por rotações e mudam a cada 4 aulas dadas. Nesse modelo é permitido que o professor seja mais autônomo em suas atividades e atue como intermediador. Desta forma é possível a promoção do protagonismo e do aprendizado mútuo.

Como é o engajamento dos alunos no projeto CBV+?

Tudo é uma questão de conquistar o aluno. Ele precisa entender que aquele conteúdo irá fazer diferença em sua vida. Com o envolvimento do aluno no projeto  é possível enxergar a sua evolução, deixando claro o impacto promovido pelo CBV+.

O modo como o CBV+ consegue personalizar o ensino e trazer o aluno cada vez mais perto do Colégio é muito mais valioso. O projeto permite sanar algumas defasagens encontradas ao longo do ano, de modo não tradicional, mas algo que conversa exatamente com a linguagem do aluno, que é usando a tecnologia.

O que a família enxerga de benefício?

É evidente que todas as novidades com relação a parte de melhoria pedagógica são bem aceitas e aprovadas pelos pais. Nas reuniões há um maior engajamento e exata percepção dos pais quanto a evolução de seus filhos.

Além disso, o Colégio possui uma agenda eletrônica de acompanhamento, ou seja, ele consegue analisar se seu filho foi pra aula e quais conteúdos foram trabalhado naquele dia.

Logo, os pais conseguem entender se o aluno realmente mergulhou de cabeça no conteúdo, se ele procurou o professor fora do horário de aula e se ele está interessado no que vem sendo oferecido.

Como isso ajuda na fidelização de alunos?

O projeto ainda é bem novo, não é possível ter uma certeza com exatidão do quanto ela ajuda nesse processo de fidelização. Porém, Fernanda comenta que é algo que o Colégio oferece e que é muito bem recebido tanto pelos pais quanto pelos  alunos. Portanto, o colégio continuará pelos próximos anos personalizando e identificando as dificuldades dos alunos e sanando as deficiências ao longo do seu período escolar.

E você, educador, tem incentivado a personalização do ensino por meio da tecnologia?

Para conhecer e saber mais sobre a Eduqo e as nossas soluções pedagógicas, acesse aqui.

 

Larissa Almeida, produtora de conteúdo na Eduqo.

Educação baseada em competências: como implantar na prática?

educacao-baseada-em-competencias-como-implantar-na-pratica.jpegAtualmente, já existe o modelo de ensino que valoriza mais a proficiência dos alunos do que o tempo que eles gastam em sala de aula — é a chamada educação baseada em competências (EBC). Ela analisa a evolução do estudante sem considerar o tempo gasto durante o aprendizado.

Embora ainda esteja se popularizando, o conceito foi sugerido durante a década de 1960, quando os colégios dos Estados Unidos quiseram entender se os estudantes estavam realmente assimilando as habilidades fundamentais à vida fora dos limites da escola. Ainda hoje, instituições do mundo inteiro procuram maneiras de mensurar, com eficiência, o sucesso e o desenvolvimento dos alunos.

Confira, a seguir, as principais características desse tipo de educação e entenda como o modelo pode ser aplicado na prática. Boa leitura!

Tempo variável

Como apontamos, a educação baseada em competências é um modelo que dá mais importância ao conhecimento do que ao tempo em sala de aula. Os modelos de aprendizagem tradicionais, em geral, apresentam um tempo fixo em classe e a avaliação da compreensão das matérias pode variar e ser baseada em, por exemplo, uma prova final.

O modelo da EBC funciona de maneira inversa: O avanço do estudante é baseado na compreensão das habilidades ou nos conhecimentos adquiridos com os estudos. Dessa forma, o aprendizado ocorre em tempos variáveis, podendo, até mesmo, acontecer mais rapidamente.

Conteúdos mais personalizados

A abordagem da EBC é totalmente personalizada e respeita o ritmo de cada estudante, sendo uma ótima opção até mesmo para os alunos adultos que precisam conciliar os estudos com as exigências de outras esferas da vida.

Nesse método, os professores se transformam em mentores, que se encontram regularmente com os estudantes para garantir que eles estejam evoluindo nos estudos. Os docentes podem, ainda, dividir a turma em pequenos grupos e oferecer um acompanhamento ainda mais particular, de forma que todos assimilem o conteúdo. As atividades avaliativas podem ser aplicadas de acordo com o ritmo dos grupos ou individualmente.

Alunos mais bem-sucedidos

Nesse sentido, os professores se concentram no que os alunos precisam, de fato, dominar. As avaliações passam a valorizar comportamentos ou resultados que comprovem o completo entendimento de um conceito, por exemplo. Os educadores podem se tornar, além de mentores, conselheiros e orientadores para contribuir ativamente para o sucesso das crianças e dos jovens.

Além disso, os estudantes são mais bem capacitados para o futuro — seja em uma graduação ou no mercado de trabalho, afinal, todas as competências aprendidas são muito importantes para o aprendiz.

Na prática, a educação baseada em competências pode ser implementada por meio de plataformas para educação, que criam ambientes onde o aluno pode praticar as suas habilidades. Ao estudar de forma on-line, é possível realizar provas sob demanda, no momento em que os estudantes se sentirem prontos para a avaliação.

Essas plataformas também permitem que a aprendizagem seja contínua e flexível, com ciclos de feedbacks para identificar o progresso dos discentes.

Gostou dos benefícios e das facilidades que a tecnologia oferece para a educação? Então, que tal conhecer o QMágico e aproveitar todas as suas vantagens?

5 estratégias essenciais para melhorar o desempenho dos alunos

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O mau desempenho dos alunos nem sempre significa falta de comprometimento com o processo de aprendizagem. Em diversas situações, o problema se concentra na forma com que o docente conduz a sua aula.

Sem a metodologia de ensino adequada e planejamento pedagógico baseado em resultados, a tendência é que os educandos não se envolvam nas aulas e as achem desinteressantes. Diante disso, decidimos reunir, neste post, 5 estratégias que podem ajudar o educador a melhorar o desempenho dos discentes. Para conferir, continue a leitura!

1. Invista em tecnologia

Graças aos avanços tecnológicos, o fácil acesso ao conhecimento se tornou uma realidade. Com todas as respostas que se deseja encontrar sobre um assunto a um clique de distância dos estudantes, as aulas tradicionais — em que os docentes ficam na posição de detentores de todo o saber — deixaram de ser relevantes no sistema de ensino.

Dessa forma, o educador precisa aprender a utilizar a tecnologia a seu favor. Uma boa forma de fazer isso é pedir para que os alunos levem para a sala de aula as ferramentas digitais que são usadas por eles fora da escola e, transformá-las em instrumentos de aprendizagem.

Para tirar a ideia do papel, o professor pode:

  • usar o interesse pelas redes sociais e criar um grupo em que é possível sanar dúvidas, enviar avisos, compartilhar materiais interessantes, adiantar conteúdos etc;
  • criar um blog e pedir que os alunos o alimentem com textos de autoria própria;
  • usar músicas para facilitar o aprendizado nas aulas de língua estrangeira;
  • incentivar a criação de paródias para memorização de conteúdos complexos.

2. Adote a técnica aranha

Semelhante ao mapa mental, a técnica aranha conquista estudantes e educadores por onde passa. Para colocá-la em prática, o professor deve:

  1. desenhar o corpo de uma aranha no quadro;
  2. circular o tema central da aula;
  3. escrever nas pernas da aranha todas as palavras-chave necessárias para total compreensão do assunto.

É importante ressaltar que cada ideia precisa, obrigatoriamente, ser expressa sinteticamente em uma ou duas palavras, para facilitar a memorização dos conceitos.

3. Empregue atividades de aplicação prática do conteúdo

Se o objetivo é melhorar o desempenho dos alunos, é indispensável motivá-los a querer aprender. Para isso, é fundamental relacionar as informações presentes nos livros às situações da vida real. Pois, desse modo, eles conseguirão entender que o que se aprende na escola tem utilidade fora dela.

Sendo assim, nas aulas de matemática, o professor pode propor uma atividade de observação em relação às condições de pagamento e juros das lojas que os educandos costumam frequentar.

Por outro lado, nas aulas de português, o educador pode optar pela observação das normas gramaticais em revistas e blogs, deixando a aula muito mais envolvente.

4. Aplique metodologias de ensino diferentes

Quanto mais avançamos como sociedade, mais indispensável se torna o abandono de práticas educacionais que enxergam o aluno como algo vazio que precisa ser preenchido pelo conteúdo ministrado pelo docente.

Nesse sentido, é fundamental que o professor adote metodologias de ensino colaborativas e cooperativas de aprendizagem, com mediação dos próprios educandos, como a sala de aula invertida. Pois, não se pode desconsiderar a bagagem cultural e os conhecimentos prévios dos alunos.

5. Acompanhe o desempenho dos alunos

Realizar um acompanhamento do progresso de cada discente é essencial para verificar se os métodos utilizados pelo professor estão atingindo os objetivos previstos no plano pedagógico.

Esse tipo de avaliação diagnóstica ajuda tanto o docente quanto o estudante a entender sua evolução. Além disso, a partir dos resultados, é possível analisar quais são as lacunas e dificuldades de aprendizagem dos estudantes, o que deu certo e o que deu errado em cada turma e, por fim, traçar estratégias de ensino mais eficazes.

A verdade é que não existe fórmula mágica para se obter a melhora do desempenho dos alunos. No entanto, adotando algumas estratégias, refletindo periodicamente sobre as práticas educacionais e acompanhando os resultados dos discentes, é possível planejar mudanças que impactem a performance dos professores e dos educandos.

Gostou do post? Esperamos que essas estratégias ajudem você a melhorar o desempenho dos alunos. Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, não deixe de seguir a gente nas redes sociais, estamos no Facebook e no YouTube!