5 dicas de como utilizar as redes sociais para captação de alunos

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A captação de alunos por meio das redes sociais é uma possibilidade cada vez mais comum, embora esbarre no desconhecimento dos profissionais do setor de educação. Com estratégias certas, o uso de canais adequados e com um conteúdo interessante é possível atrair mais gente interessada.

Nós vamos mostrar neste post, por meio de 5 dicas, como captar alunos de maneira eficiente usando essas redes sociais com a comunicação e abordagem adequadas. Confira!

1. Use os melhores canais

Os diferentes ambientes de redes sociais causam dúvidas: qual deles é o mais adequado para instituições de ensino? Bem, essa resposta depende da criação de conteúdo, mas também de qual desses ambientes é mais acessado.

Pensando na comunicação com o adolescente de 13 a 17 anos, o YouTube é utilizado por 85% deles. O Instagram vem em segundo, com o Facebook um pouco mais atrás. Essas redes sociais oferecem espaços para campanhas com alta capacidade de engajar, conseguindo visibilidade ampla e despertando interesse.

No YouTube, gerencie um canal com vídeos institucionais e sobre atividades da escola. No Facebook, mescle texto, vídeos e fotos. Já no Instagram, use a função Stories para mostrar o dia a dia da instituição.

2. Gere conteúdo interessante e de qualidade

No Instagram, no YouTube e no Facebook, é preciso gerar conteúdo capaz de chamar atenção, tratando de temas de interesse do público, além de gerar algo de qualidade, que realmente agregue. Somente assim vai ser possível criar uma identificação, atraindo o público para essas páginas.

Histórias sobre a instituição de ensino, conteúdos sobre aulas, registro em tempo real de atividades usando as lives e uma série de outros conteúdos têm ótimas chances de engajar.

O interessante é mostrar-se atento a assuntos atuais, ter uma postura que se comunique bem com o público-alvo e mostrar o que pode ser oferecido, justificando uma matrícula na sua escola.

3. Conheça seu público

A captação de alunos depende também de conhecer inteiramente com quem você vai se comunicar nas redes sociais. São, de fato, os alunos em potencial ou são os pais que precisam ser atingidos? Esses dois perfis estarão atentos aos seus canais, então é ideal trabalhar visando ambos.

A melhor maneira de definir essas características é criando personas, ou seja, figuras fictícias que reúnem os perfis de seus consumidores. Isso ajuda a direcionar as campanhas, os conteúdos e até mesmo a abordagem na hora de conduzir as redes sociais da instituição.

As personas podem ser geradas com informações extraídas de pesquisas ou até mesmo de observações. Em qualquer dos métodos utilizados, é importante usar como parâmetro o público da escola, sejam pais, sejam alunos.

4. Segmente suas campanhas

A segmentação é o que vai permitir que seus anúncios e campanhas em redes sociais sejam direcionados exatamente para quem você quer. Dessa forma, é possível conseguir uma audiência qualificada, ou seja, ter como seguidores somente pessoas que têm interesse no que você divulga.

Os parâmetros de segmentação podem ser feitos com base em dados de consumo, de localização, de idade, preferências e outras questões relevantes. Isso garante que você vai falar com as pessoas certas, tendo mais chances de converter esse trabalho em matrículas.

5. Use a comunicação adequada

Tão importante quanto saber com quem você fala, é fazer isso da forma adequada. As personas devem direcionar a linguagem e a abordagem que você usa nessas redes sociais, pois só assim seus seguidores se sentirão compreendidos.

Essa comunicação também abrange o espaço dado aos alunos para que eles interajam com as publicações da página. Isso gera engajamento, fazendo com que esses canais se desenvolvam cada vez mais, captando mais pessoas interessadas.

É importante ter uma linguagem apropriada, que se comunique com o jovem de maneira genuína, sem forçar muito, mas também se fazendo entender e se mostrando próximo a eles. Essa assertividade cria um relacionamento positivo, gerando o interesse.

A captação de alunos pelas redes sociais é necessária, mostrando resultados positivos, tendo em vista o uso crescente dessas plataformas. Com essas dicas você vai fortalecer sua estratégia e conseguir mais matrículas.

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Educação baseada em competências: como implantar na prática?

educacao-baseada-em-competencias-como-implantar-na-pratica.jpegAtualmente, já existe o modelo de ensino que valoriza mais a proficiência dos alunos do que o tempo que eles gastam em sala de aula — é a chamada educação baseada em competências (EBC). Ela analisa a evolução do estudante sem considerar o tempo gasto durante o aprendizado.

Embora ainda esteja se popularizando, o conceito foi sugerido durante a década de 1960, quando os colégios dos Estados Unidos quiseram entender se os estudantes estavam realmente assimilando as habilidades fundamentais à vida fora dos limites da escola. Ainda hoje, instituições do mundo inteiro procuram maneiras de mensurar, com eficiência, o sucesso e o desenvolvimento dos alunos.

Confira, a seguir, as principais características desse tipo de educação e entenda como o modelo pode ser aplicado na prática. Boa leitura!

Tempo variável

Como apontamos, a educação baseada em competências é um modelo que dá mais importância ao conhecimento do que ao tempo em sala de aula. Os modelos de aprendizagem tradicionais, em geral, apresentam um tempo fixo em classe e a avaliação da compreensão das matérias pode variar e ser baseada em, por exemplo, uma prova final.

O modelo da EBC funciona de maneira inversa: O avanço do estudante é baseado na compreensão das habilidades ou nos conhecimentos adquiridos com os estudos. Dessa forma, o aprendizado ocorre em tempos variáveis, podendo, até mesmo, acontecer mais rapidamente.

Conteúdos mais personalizados

A abordagem da EBC é totalmente personalizada e respeita o ritmo de cada estudante, sendo uma ótima opção até mesmo para os alunos adultos que precisam conciliar os estudos com as exigências de outras esferas da vida.

Nesse método, os professores se transformam em mentores, que se encontram regularmente com os estudantes para garantir que eles estejam evoluindo nos estudos. Os docentes podem, ainda, dividir a turma em pequenos grupos e oferecer um acompanhamento ainda mais particular, de forma que todos assimilem o conteúdo. As atividades avaliativas podem ser aplicadas de acordo com o ritmo dos grupos ou individualmente.

Alunos mais bem-sucedidos

Nesse sentido, os professores se concentram no que os alunos precisam, de fato, dominar. As avaliações passam a valorizar comportamentos ou resultados que comprovem o completo entendimento de um conceito, por exemplo. Os educadores podem se tornar, além de mentores, conselheiros e orientadores para contribuir ativamente para o sucesso das crianças e dos jovens.

Além disso, os estudantes são mais bem capacitados para o futuro — seja em uma graduação ou no mercado de trabalho, afinal, todas as competências aprendidas são muito importantes para o aprendiz.

Na prática, a educação baseada em competências pode ser implementada por meio de plataformas para educação, que criam ambientes onde o aluno pode praticar as suas habilidades. Ao estudar de forma on-line, é possível realizar provas sob demanda, no momento em que os estudantes se sentirem prontos para a avaliação.

Essas plataformas também permitem que a aprendizagem seja contínua e flexível, com ciclos de feedbacks para identificar o progresso dos discentes.

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5 estratégias essenciais para melhorar o desempenho dos alunos

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O mau desempenho dos alunos nem sempre significa falta de comprometimento com o processo de aprendizagem. Em diversas situações, o problema se concentra na forma com que o docente conduz a sua aula.

Sem a metodologia de ensino adequada e planejamento pedagógico baseado em resultados, a tendência é que os educandos não se envolvam nas aulas e as achem desinteressantes. Diante disso, decidimos reunir, neste post, 5 estratégias que podem ajudar o educador a melhorar o desempenho dos discentes. Para conferir, continue a leitura!

1. Invista em tecnologia

Graças aos avanços tecnológicos, o fácil acesso ao conhecimento se tornou uma realidade. Com todas as respostas que se deseja encontrar sobre um assunto a um clique de distância dos estudantes, as aulas tradicionais — em que os docentes ficam na posição de detentores de todo o saber — deixaram de ser relevantes no sistema de ensino.

Dessa forma, o educador precisa aprender a utilizar a tecnologia a seu favor. Uma boa forma de fazer isso é pedir para que os alunos levem para a sala de aula as ferramentas digitais que são usadas por eles fora da escola e, transformá-las em instrumentos de aprendizagem.

Para tirar a ideia do papel, o professor pode:

  • usar o interesse pelas redes sociais e criar um grupo em que é possível sanar dúvidas, enviar avisos, compartilhar materiais interessantes, adiantar conteúdos etc;
  • criar um blog e pedir que os alunos o alimentem com textos de autoria própria;
  • usar músicas para facilitar o aprendizado nas aulas de língua estrangeira;
  • incentivar a criação de paródias para memorização de conteúdos complexos.

2. Adote a técnica aranha

Semelhante ao mapa mental, a técnica aranha conquista estudantes e educadores por onde passa. Para colocá-la em prática, o professor deve:

  1. desenhar o corpo de uma aranha no quadro;
  2. circular o tema central da aula;
  3. escrever nas pernas da aranha todas as palavras-chave necessárias para total compreensão do assunto.

É importante ressaltar que cada ideia precisa, obrigatoriamente, ser expressa sinteticamente em uma ou duas palavras, para facilitar a memorização dos conceitos.

3. Empregue atividades de aplicação prática do conteúdo

Se o objetivo é melhorar o desempenho dos alunos, é indispensável motivá-los a querer aprender. Para isso, é fundamental relacionar as informações presentes nos livros às situações da vida real. Pois, desse modo, eles conseguirão entender que o que se aprende na escola tem utilidade fora dela.

Sendo assim, nas aulas de matemática, o professor pode propor uma atividade de observação em relação às condições de pagamento e juros das lojas que os educandos costumam frequentar.

Por outro lado, nas aulas de português, o educador pode optar pela observação das normas gramaticais em revistas e blogs, deixando a aula muito mais envolvente.

4. Aplique metodologias de ensino diferentes

Quanto mais avançamos como sociedade, mais indispensável se torna o abandono de práticas educacionais que enxergam o aluno como algo vazio que precisa ser preenchido pelo conteúdo ministrado pelo docente.

Nesse sentido, é fundamental que o professor adote metodologias de ensino colaborativas e cooperativas de aprendizagem, com mediação dos próprios educandos, como a sala de aula invertida. Pois, não se pode desconsiderar a bagagem cultural e os conhecimentos prévios dos alunos.

5. Acompanhe o desempenho dos alunos

Realizar um acompanhamento do progresso de cada discente é essencial para verificar se os métodos utilizados pelo professor estão atingindo os objetivos previstos no plano pedagógico.

Esse tipo de avaliação diagnóstica ajuda tanto o docente quanto o estudante a entender sua evolução. Além disso, a partir dos resultados, é possível analisar quais são as lacunas e dificuldades de aprendizagem dos estudantes, o que deu certo e o que deu errado em cada turma e, por fim, traçar estratégias de ensino mais eficazes.

A verdade é que não existe fórmula mágica para se obter a melhora do desempenho dos alunos. No entanto, adotando algumas estratégias, refletindo periodicamente sobre as práticas educacionais e acompanhando os resultados dos discentes, é possível planejar mudanças que impactem a performance dos professores e dos educandos.

Gostou do post? Esperamos que essas estratégias ajudem você a melhorar o desempenho dos alunos. Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, não deixe de seguir a gente nas redes sociais, estamos no Facebook e no YouTube!

4 impactos da inovação pedagógica no aprendizado dos alunos

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A tecnologia faz parte do cotidiano dos jovens e deve ser incluída também na sala de aula. Novas ferramentas de ensino estão sendo utilizadas nas escolas para complementar a metodologia tradicional ou revolucioná-la completamente. Nesse cenário, os impactos da inovação pedagógica podem ser muito positivos.

A integração do mundo físico com o virtual pode ser feita por meio de plataformas que permitem a realização de exercícios e simulados. Com isso, é possível acompanhar a evolução do estudante recorrendo aos relatórios gerados, além de oferecer a possibilidade de desenvolvimento de aulas mais atrativas e inovadoras.

Continue a leitura e confira os principais impactos da inovação pedagógica, baseada na tecnologia e no aprendizado dos alunos! Vamos lá?

1. Auxilia na integração e no diálogo

A utilização de novas tecnologias na sala de aula possibilita uma melhor integração entre professores, pais e alunos. Essa maior aproximação promove confiança, autonomia, afetividade e socialização entre discentes e docentes.

Dessa forma, a socialização e o diálogo também são incentivados. Assim, tanto os pais como os alunos podem sugerir mudanças e entender melhor quais são os problemas escolares, garantindo que as demandas dos estudantes serão ouvidas e, na medida do possível, atendidas.

2. Aprimora a qualidade da educação

O acompanhamento dos impactos tecnológicos na educação promove melhorias na qualidade do ensino na medida em que as ferramentas pedagógicas viabilizam a construção de novos caminhos educacionais — envolvendo mudanças tanto nas metodologias e estratégias de ensino quanto na aprendizagem em si.

A formação de educadores mais preparados e versáteis — que promovem aulas dinâmicas e engajadoras — permite que o processo educacional seja aprimorado em prol do aluno. Dessa forma, o estudante tende a aprender mais e em um modelo mais eficaz, sentindo-se motivado a participar das aulas e a compreender os assuntos.

3. Torna o aprendizado mais interativo e participativo

Um dos maiores impactos da inovação pedagógica é a interatividade. Nem sempre é fácil manter o interesse dos estudantes por um longo período de tempo. Nesse sentido, as aulas, quando são inovadoras, são capazes de chamar a atenção dos alunos e fazer com que os conteúdos sejam absorvidos de forma didática e leve.

A tecnologia promove a interatividade e a participação do estudante, fazendo com que ele se sinta parte ativa dos processos educacionais. Dessa maneira, além de aprender, os alunos são estimulados a compartilhar o conhecimento adquirido, promovendo discussões e debates significativos.

4. Desperta a curiosidade

Novas formas de aprender despertam a curiosidade e proporcionam um interesse maior nos alunos. Quando entendem que são capazes de assimilar os conteúdos, eles passam a estudar com mais empenho e dedicação.

Novas experiências e informações podem ser transmitidas por meio de ferramentas participativas, que ajudam os jovens a construírem outras competências, principalmente por meio da autonomia. Assim, o estudante torna-se capaz de buscar novas formas de resolver os problemas apresentados em sala.

Quando pensamos nos impactos da inovação pedagógica é importante destacar a importância do educador nesse processo. Os professores precisam estar preparados para lidar com uma geração que está complemente imersa no mundo tecnológico e precisa de novas formas de aprendizagem — ainda mais dinâmicas e motivantes.

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Veja como lidar com o bullying na escola e saiba como combatê-lo

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Saber lidar e combater o bullying na escola é fundamental para evitar danos que podem ser irreparáveis em crianças e adolescentes. No Brasil, 46% dos estudantes relatam que já sofreram algum tipo de intimidação por razões como gênero, aparência física, opção sexual, entre outros.

É muito comum que as pessoas em período escolar tenham inseguranças — o que facilita a ação dos agressores, que aproveitam das fraquezas dos seus alvos. Além disso, esse tipo de violência interfere no ambiente escolar e se estende aos meios virtuais, podendo tomar dimensões que prejudicam todo o processo de ensino-aprendizagem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para abordar como deve ser a postura da escola e como ela deve lidar com o bullying. Confira!

Quais são as causas do bullying?

O bullying é uma intimidação sistemática que resulta em agressões verbais, físicas ou psicológicas. Na escola, ele aparece quando um estudante é vítima de hostilidades causadas por visões arrogantes e preconceituosas de um indivíduo ou de um grupo que o consideram diferente da maioria.

Com a disseminação dos smartphones e a popularização das redes sociais, os casos de bullying na escola se potencializaram. Tanto crianças quanto adolescentes que se destacam nos estudos ou que estão acima do peso, por exemplo, podem ser vítimas de piadas e de discriminação social pelos seus colegas.

Quais indicadores sinalizam que o aluno sofre ou pratica bullying?

Geralmente, o aluno que vive situações constrangedoras não conta que está passando pelo problema, pois fica com vergonha. Por isso, pais e professores precisam acompanhar a rotina dos estudantes e ficar muito atentos às mudanças de hábitos e atitudes, já que vítimas de bullying podem desenvolver depressão e ansiedade.

O comportamento de quem pratica bullying pode ter diversas explicações. Em alguns casos, agredir pode também ser um pedido de ajuda. Entretanto, é importante que a pessoa saiba as consequências dos seus atos e seja ensinada a gerir suas ações e emoções.

Os seguintes sinais são indicadores de quem sobre bullying:

  • evitam ir à aula ou pedem para trocar de escola;
  • têm queda no desempenho escolar;
  • dificuldade de se relacionar socialmente;
  • baixa autoestima;
  • apresentam sintomas físicos, como dores e suor frio.

Os seguintes sinais são indicadores de quem pratica bullying:

  • arrogância;
  • atitudes desafiadoras;
  • manipulam situações;
  • contam mentiras;
  • dificuldade em aceitar limites.

Como a escola pode lidar com essa situação?

A relação entre professor e aluno deve ser acolhedora, para que a vítima se sinta segura e tenha a quem recorrer quando passar por essas situações. A equipe pedagógica deve estar sempre atenta aos alunos que são ameaçados e aos que ameaçam.

Os gestores devem ser firmes e oferecer medidas corretivas aos estudantes responsáveis pelos casos. A repreensão deve acontecer na medida certa a fim de que agressor e agredido possam seguir em frente sem praticar mais violência, ou se sentirem constrangidos.

É fundamental que os responsáveis pelas instituições de ensino saibam identificar e combater o bullying na escola e coloquem em prática ações que enfrentem esse problema. Além disso, é interessante realizar eventos e reuniões que conscientizem os alunos e todos os envolvidos na comunidade escolar, seja com debates, seja com filmes, palestras ou feiras.

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