Caso de uso Profª Karla Medeiros – Escola Georgina (Castanhal – PA)

Professores e alunos do Brasil inteiro estão usando a plataforma QMágico para a coleta de dados e composição do Relatório tvve – tendências da vida virtual na educação. A maioria das escolas já realizou a habilitação técnica e está utilizando no dia a dia de atividades escolares. Essas escolas registram alto índice de vida virtual (ivv), aproveitando os benefícios da plataforma.

20140521_081814Professores e alunos – Escola Georgina Nascimento (Castanhal-PA)

Inspirar educadores do Brasil inteiro a fazer bom uso de práticas pedagógicas virtuais é o objetivo da série Casos de Uso. Queremos compartilhar as melhores práticas de utilização da nossa plataforma para que estes exemplos reais possam ser aplicados no dia a dia da sua instituição e ajudar a gerar excelentes índices de vida virtual. Leia abaixo a entrevista com a  Profª Karla Medeiros da Escola Georgina (Castanhal – PA) contando sua experiência com o Relatório tvve:

Quais são as habilidades que um professor precisa ter para ensinar no mundo digital?

O que é preciso para ensinar em um mundo cada vez mais conectado? O desafio dos profissionais da educação é desenvolver competências que nem sempre têm relação com o uso do computador. O blog Desafios da Educação traz uma lista de cinco habilidades essenciais que professores precisam ter para ensinar em parceria com a tecnologia.

1. Facilitar a interação
O professor precisa tornar-se um facilitador em vez de impor o seu ponto de vista. É importante fazer os alunos se sentirem parte da produção de conhecimento participando dos debates e dando ideias para compor a disciplina. Essa postura estimula um ambiente dinâmico, onde o conhecimento é compartilhado em rede. O jogo da Paz Mundial, de John Hunter, é um ótimo exemplo de como o professor pode ser um facilitador em sala de aula. Sua experiência com alunos do Ensino Infantil é uma inspiração também para líderes e gestores do Ensino Superior.

15 passos para adotar tecnologias em sala de aula

Para um professor que só foi se relacionar com a internet apenas depois de adulto, as tecnologias digitais, tão familiares para crianças e adolescentes, podem até parecer um universo hostil. Mas, de acordo com Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e especialista em tecnologias aplicadas à educação, não há o que temer. Para ajudar a estreitar esses laços entre professor e tecnologia, ela e sua equipe acabam de lançar o livro digital Crescer em Rede –Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional, que está disponível para download gratuito.

“Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital”, afirma a especialista. Segundo ela, a intenção do guia é ajudar o professor nesse momento de transformação e compartilhar insumos para que ele seja capaz de promover a chamada educação 3.0.

Como a tecnologia pode contribuir para o ensino adaptativo?

Cada vez mais, no mundo de educação, ouvimos falar de softwares ou algoritmos de aprendizagem adaptativa, ferramentas para personalizar as necessidades de aprendizado nas salas de aula. Estas soluções prometem revolucionar o ensino e engajar os alunos do século XXI. Nós, no QMágico, temos como produto um software aprendizagem adaptativa, assim como algumas empresas internacionais que estão virando suas atenções para o nosso país. Vou tentar explicar um pouco o que é isso – e como os softwares adaptativos se diferem entre si.

O que são softwares de aprendizagem adaptativa e como eles ajudam os professores?
Vamos começar por um conceito mais abrangente: educação personalizada! Nada mais é do que entregar uma educação diferente para cada aluno. Cada aluno recebe os materiais que necessita, na sequência que necessita, para atingir o objetivo de aprendizado que necessita para sua vida. Nada novo até então, afinal tutores particulares fazem isso há décadas. Nos Estados Unidos, esses tutores são bem populares, pois a prática de homeschooling (aluno aprendendo em casa com um tutor particular)  é regulada pelo governo.

Dia dos professores!

São cinco e cinquenta. Toca o despertador do celular. Com um movimento quase totalmente involuntário, ele pressiona o “soneca” e ganha mais cinco minutos imóveis.
Que voam.
Cinco e cinquenta e cinco, outra vez.
Se é sono, cansaço, preguiça, não importa. Repete a ação.
Seis horas: hora de levantar.

Por um instante ele se pergunta se tem mesmo que ir. Mas não mais que por um pequeníssimo instante. Ele tem que ir, obviamente. Ele não pode faltar. Ele sabe que vai, mas reflete entre devaneios.

Se faltasse, iria dizer o quê? Que está doente? Que acordou com dor de barriga? Vai dizer que bateu o carro? Não vai dizer nada disso. Ele não vai mentir. Arrisco dizer que doente, com dor de barriga ou após bater o carro, ele iria. E mesmo que houvesse um motivo realmente relevante, ele sabe que não daria para recuperar uma manhã tão quebrada.
Quebrada.

São duas no primeiro, duas no segundo, uma janela e a última de novo no primeiro. São 10 turmas ao todo na semana naquela escola. Faltar essa manhã quebrada vai atrapalhar o fechamento para a prova mensal. Ainda bem que ele já entregou as questões à coordenação.

Fez ontem à noite, ao chegar, ele se lembra. Inclusive, ele ficou muito orgulhoso por ter elaborado uma questão fantástica sobre…