4 impactos da inovação pedagógica no aprendizado dos alunos

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A tecnologia faz parte do cotidiano dos jovens e deve ser incluída também na sala de aula. Novas ferramentas de ensino estão sendo utilizadas nas escolas para complementar a metodologia tradicional ou revolucioná-la completamente. Nesse cenário, os impactos da inovação pedagógica podem ser muito positivos.

A integração do mundo físico com o virtual pode ser feita por meio de plataformas que permitem a realização de exercícios e simulados. Com isso, é possível acompanhar a evolução do estudante recorrendo aos relatórios gerados, além de oferecer a possibilidade de desenvolvimento de aulas mais atrativas e inovadoras.

Continue a leitura e confira os principais impactos da inovação pedagógica, baseada na tecnologia e no aprendizado dos alunos! Vamos lá?

1. Auxilia na integração e no diálogo

A utilização de novas tecnologias na sala de aula possibilita uma melhor integração entre professores, pais e alunos. Essa maior aproximação promove confiança, autonomia, afetividade e socialização entre discentes e docentes.

Dessa forma, a socialização e o diálogo também são incentivados. Assim, tanto os pais como os alunos podem sugerir mudanças e entender melhor quais são os problemas escolares, garantindo que as demandas dos estudantes serão ouvidas e, na medida do possível, atendidas.

2. Aprimora a qualidade da educação

O acompanhamento dos impactos tecnológicos na educação promove melhorias na qualidade do ensino na medida em que as ferramentas pedagógicas viabilizam a construção de novos caminhos educacionais — envolvendo mudanças tanto nas metodologias e estratégias de ensino quanto na aprendizagem em si.

A formação de educadores mais preparados e versáteis — que promovem aulas dinâmicas e engajadoras — permite que o processo educacional seja aprimorado em prol do aluno. Dessa forma, o estudante tende a aprender mais e em um modelo mais eficaz, sentindo-se motivado a participar das aulas e a compreender os assuntos.

3. Torna o aprendizado mais interativo e participativo

Um dos maiores impactos da inovação pedagógica é a interatividade. Nem sempre é fácil manter o interesse dos estudantes por um longo período de tempo. Nesse sentido, as aulas, quando são inovadoras, são capazes de chamar a atenção dos alunos e fazer com que os conteúdos sejam absorvidos de forma didática e leve.

A tecnologia promove a interatividade e a participação do estudante, fazendo com que ele se sinta parte ativa dos processos educacionais. Dessa maneira, além de aprender, os alunos são estimulados a compartilhar o conhecimento adquirido, promovendo discussões e debates significativos.

4. Desperta a curiosidade

Novas formas de aprender despertam a curiosidade e proporcionam um interesse maior nos alunos. Quando entendem que são capazes de assimilar os conteúdos, eles passam a estudar com mais empenho e dedicação.

Novas experiências e informações podem ser transmitidas por meio de ferramentas participativas, que ajudam os jovens a construírem outras competências, principalmente por meio da autonomia. Assim, o estudante torna-se capaz de buscar novas formas de resolver os problemas apresentados em sala.

Quando pensamos nos impactos da inovação pedagógica é importante destacar a importância do educador nesse processo. Os professores precisam estar preparados para lidar com uma geração que está complemente imersa no mundo tecnológico e precisa de novas formas de aprendizagem — ainda mais dinâmicas e motivantes.

Quer saber mais? Então, baixe o nosso e-book sobre Gestão Pedagógica e veja como é possível usar a tecnologia para melhorar o dia a dia de alunos e professores!

Veja como lidar com o bullying na escola e saiba como combatê-lo

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Saber lidar e combater o bullying na escola é fundamental para evitar danos que podem ser irreparáveis em crianças e adolescentes. No Brasil, 46% dos estudantes relatam que já sofreram algum tipo de intimidação por razões como gênero, aparência física, opção sexual, entre outros.

É muito comum que as pessoas em período escolar tenham inseguranças — o que facilita a ação dos agressores, que aproveitam das fraquezas dos seus alvos. Além disso, esse tipo de violência interfere no ambiente escolar e se estende aos meios virtuais, podendo tomar dimensões que prejudicam todo o processo de ensino-aprendizagem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para abordar como deve ser a postura da escola e como ela deve lidar com o bullying. Confira!

Quais são as causas do bullying?

O bullying é uma intimidação sistemática que resulta em agressões verbais, físicas ou psicológicas. Na escola, ele aparece quando um estudante é vítima de hostilidades causadas por visões arrogantes e preconceituosas de um indivíduo ou de um grupo que o consideram diferente da maioria.

Com a disseminação dos smartphones e a popularização das redes sociais, os casos de bullying na escola se potencializaram. Tanto crianças quanto adolescentes que se destacam nos estudos ou que estão acima do peso, por exemplo, podem ser vítimas de piadas e de discriminação social pelos seus colegas.

Quais indicadores sinalizam que o aluno sofre ou pratica bullying?

Geralmente, o aluno que vive situações constrangedoras não conta que está passando pelo problema, pois fica com vergonha. Por isso, pais e professores precisam acompanhar a rotina dos estudantes e ficar muito atentos às mudanças de hábitos e atitudes, já que vítimas de bullying podem desenvolver depressão e ansiedade.

O comportamento de quem pratica bullying pode ter diversas explicações. Em alguns casos, agredir pode também ser um pedido de ajuda. Entretanto, é importante que a pessoa saiba as consequências dos seus atos e seja ensinada a gerir suas ações e emoções.

Os seguintes sinais são indicadores de quem sobre bullying:

  • evitam ir à aula ou pedem para trocar de escola;
  • têm queda no desempenho escolar;
  • dificuldade de se relacionar socialmente;
  • baixa autoestima;
  • apresentam sintomas físicos, como dores e suor frio.

Os seguintes sinais são indicadores de quem pratica bullying:

  • arrogância;
  • atitudes desafiadoras;
  • manipulam situações;
  • contam mentiras;
  • dificuldade em aceitar limites.

Como a escola pode lidar com essa situação?

A relação entre professor e aluno deve ser acolhedora, para que a vítima se sinta segura e tenha a quem recorrer quando passar por essas situações. A equipe pedagógica deve estar sempre atenta aos alunos que são ameaçados e aos que ameaçam.

Os gestores devem ser firmes e oferecer medidas corretivas aos estudantes responsáveis pelos casos. A repreensão deve acontecer na medida certa a fim de que agressor e agredido possam seguir em frente sem praticar mais violência, ou se sentirem constrangidos.

É fundamental que os responsáveis pelas instituições de ensino saibam identificar e combater o bullying na escola e coloquem em prática ações que enfrentem esse problema. Além disso, é interessante realizar eventos e reuniões que conscientizem os alunos e todos os envolvidos na comunidade escolar, seja com debates, seja com filmes, palestras ou feiras.

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Atividades educativas extraclasse: como inovar e integrar a família?

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As atividades educativas extraclasse se baseiam em situações de aprendizagem criadas pelo professor para aumentar a possibilidade de que os estudantes tenham contato com os conteúdos debatidos em sala de aula e possam atingir seus objetivos educacionais.

É importante, para o aluno, rever os conceitos — que, muitas vezes, não são fáceis de assimilar apenas com explicações — e aprender na prática, principalmente com o auxílio da tecnologia. Dessa forma, ele pode descobrir novas dúvidas e levá-las para a escola.

Com as atividades educativas extraclasse é possível, ainda, envolver a família no processo de educação dos filhos. Os pais podem ajudá-los ou incentivá-los a estudar, gerando mais comprometimento com a formação do jovem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que a sua escola saiba como inovar e implementar ações que integrem família e escola. Boa leitura!

Amplie as experiências

A implementação de atividades educativas extraclasse aumenta o contato do aluno com as disciplinas e auxilia na consolidação do conhecimento. Não existe um método mais eficiente para o aprendizado — é preciso testar e instituir aquele que gerar melhores resultados.

Inovar e oferecer atividades descontraídas e divertidas pode motivar os estudantes e fazer com que eles melhorem seus desempenhos. Para isso, é possível contar com exercícios simples, como jogos educativos, aplicativos e outras ferramentas tecnológicas lúdicas que ampliem a experiência dos alunos com o conteúdo trabalhado em sala.

Equilibre o conteúdo

O conteúdo ensinado na sala de aula precisa estar balanceado com as atividades que devem ser realizadas em casa. É fundamental lembrar que os itens são complementares e que o aluno precisa mesclar o aprendizado presencial com o online.

Nesse caso, é possível aplicar o conceito da sala de aula invertida — muito presente no Ensino Híbrido. Para isso, o educador entrega o conteúdo para seus alunos estudarem em casa e eles trazem suas dúvidas para a escola. Dessa forma, o professor passa a ser um mediador, promovendo debates sobre o assunto e, consequentemente, deixando as aulas mais dinâmicas.

Faça atividades educativas extraclasse online

Já existem plataformas que complementam os assuntos estudados em sala de aula e permitem a realização de provas, exercícios, simulados e deveres de casa. Isso gera economia no tempo do professor, que não precisará corrigir todas as atividades manualmente, e garante um melhor controle da evolução do aluno no dia a dia.

As atividades educativas online aumentam o engajamento da turma e podem ser realizadas em qualquer lugar, por meio de computadores, tablets ou smartphones — aparelhos que já fazem parte da realidade dos jovens.

Aproxime a família da escola

Pais e responsáveis precisam ser orientados a participar do dia a dia escolar dos filhos. Para isso, a tecnologia pode ser novamente usada. A escola pode enviar o cronograma e os avanços de cada estudante por e-mail.

Eventos culturais são boas formas de aproximar a família da escola e apresentar os trabalhos que estão sendo realizados para os pais. Feiras de ciências, teatros, festas, exposições e reuniões são ótimas maneiras de engajar os responsáveis.

Como você pôde ver, é fundamental planejar atividades educativas extraclasse simples, que associem os temas estudados com a realidade do aluno e instiguem a sua curiosidade. Além disso, é preciso envolver a família na educação dos filhos, incentivando que eles acompanhem, apoiem e estimulem suas habilidades — como a resiliência e a perseverança.

Se você gostou do nosso conteúdo, complemente a leitura e entenda como debates na sala de aula podem cativar os alunos!

Avaliação Nacional da Educação Básica: entenda detalhes do que ela prevê

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A Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que inclui a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e a Avaliação Nacional de Rendimento Escolar (ANRESC) — também conhecida como Prova Brasil.

O SAEB tem o objetivo de produzir dados para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Essas informações permitem elaborar políticas públicas mais acertadas e fornecer aos educadores e aos gestores documentos realistas e confiáveis para que eles possam desenvolver projetos pedagógicos de acordo com as suas realidades.

Continue a leitura e entenda melhor o que prevê a Avaliação Nacional da Educação Básica!

Quais são os objetivos e metas da Avaliação Nacional da Educação Básica?

A ANEB é aplicada a cada dois anos, por amostragem, aos alunos do 5° e 9° anos do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas urbanas e rurais, e da 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas.

Ela possibilita obter resultados sobre a performance de equipes de estudantes organizados em grupos amostrais. Seu objetivo principal é avaliar a equivalência, a eficiência e a qualidade da educação brasileira.

O exame consiste em provas objetivas e questionários que compreendem duas áreas do conhecimento: Língua Portuguesa e Matemática. A análise da educação é feita confrontando os resultados bienais com as metas estabelecidas, avaliando se os objetivos traçados estão sendo cumpridos.

Tais metas são planejadas de acordo com o país como um todo, com as unidades da federação e com os municípios. O plano é que cada setor evolua rápido o suficiente para fazer com que o país alcance o nível educacional médio das nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — classificado como alto e satisfatório.

Qual é a diferença entre a ANEB e a Prova Brasil?

A ANEB e a Prova Brasil são complementares e empregam os mesmos instrumentos avaliativos em escolas com mais de dez alunos matriculados. Além disso, elas são aplicadas com a mesma periodicidade.

A Prova Brasil é uma avaliação censitária que, a partir de 2017, passou a englobar alunos do Ensino Médio da rede privada. A principal diferença é que a ANEB abrange as escolas e alunos de forma amostral — ou seja, somente parte dos estudantes participa dos exames.

Quais são as mudanças que envolvem as escolas particulares?

Além da inclusão das escolas privadas na avaliação da Prova Brasil, algumas mudanças envolvem a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) — que foi incorporada à Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).

Para incentivar o estudo da Matemática em todo o Brasil, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) mudou o formato da OBMEP e passou a englobar as escolas particulares no exame. O objetivo é proporcionar a todas as escolas a possibilidade de descobrir jovens talentosos e melhorar o ensino.

Os resultados da Avaliação Nacional da Educação Básica não possuem natureza eliminatória ou classificatória para os alunos. Dessa forma, a melhor maneira de preparar a sua escola para a avaliação é por meio de um ensino de qualidade. Além disso, é importante trabalhar a conscientização de toda a comunidade escolar a respeito da importância e relevância do exame.

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A educação está mudando, veja como mudar sua escola também!

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A vasta quantidade de informação à nossa disposição e a presença cada vez maior da tecnologia em nosso dia-a-dia estão transformando nossa sociedade. Pensando nisso a Positivo Tecnologia Educacional veio até aqui pra contar como podemos ajudar as escolas através da tecnologia, vamos conferir?

Sabemos que, no mercado de trabalho há uma demanda cada vez maior por profissionais capazes de obter, manipular e comunicar informações, combinando-as com as ferramentas à disposição, de linguagens de programação a sistemas de inteligência artificial, até atingir o resultado desejado. Mais importante do que “saber” a resposta é saber como construir o caminho até ela.

Com isso, a educação também está mudando. Já vão longe os tempos da “decoreba”, substituídos por uma ênfase no desenvolvimento de habilidades como a capacidade analítica, pensamento lógico, trabalho em equipe e uma sólida base em STEM (o conjunto de disciplinas composto por Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, ou Science, Technology, Engineering and Math). Tudo isso, combinado a um novo jeito de ensinar que os estimula a aprender de forma independente, está sendo chamado de Educação 4.0.

O conceito STEM, uma metodologia que está revolucionando o ensino, tem como objetivo não só promover as 4 áreas do conhecimento já citadas, mas também de realizar uma conexão entre o ensino delas de forma interdisciplinar. Ao compreender o impacto de cada uma destas disciplinas no mundo ao seu redor, o estudante passa a valorizar o aprendizado, que se torna mais eficiente. O resultado são jovens melhor preparados para o futuro.

No começo do texto falamos sobre a importância de habilidades como a “capacidade analítica e pensamento lógico”. Um conceito que explora e desenvolve estas habilidades é o pensamento computacional. Trocando em miúdos, é a capacidade de analisar um problema, elaborar uma solução e descrevê-la em uma série de passos, ou etapas, que podem ser seguidos por outra pessoa ou mesmo por um computador, de forma muito similar ao processo que é usado no desenvolvimento de softwares.

Por isso a programação é frequentemente usada como uma forma de introduzir os estudantes ao pensamento computacional, e de quebra familiarizá-los com o funcionamento dos computadores que nos cercam. A programação e as escolas como Polos de Inovação fala um pouco sobre os benefícios no ensino da programação, tanto para os alunos como para a escola enquanto instituição.

E não podemos nos esquecer do M de STEM, a nossa velha amiga Matemática.Quando os alunos começam a entender a importância da Matemática e ver que ela está presente em nosso cotidiano, o processo de aprendizagem se torna mais acessível e divertido.

Para despertar e multiplicar o interesse de seus alunos pela disciplina, consulte as  7 premissas para transformar o ensino de Matemática na minha escola. E para saber mais sobre as melhores práticas adotados por países como a China, Japão e Cingapura,  que possuem destaque nesta área, sugerimos o Relatório do Ensino da Matemática no Mundo.

Conte com o Positivo Tecnologia Educacional para transformar sua escola em um polo de inovação. E se precisar de uma forcinha nesse processo, estamos aí.

Rafael Rigues é produtor de conteúdo da Positivo Tecnologia Educacional.