Veja como lidar com o bullying na escola e saiba como combatê-lo

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Saber lidar e combater o bullying na escola é fundamental para evitar danos que podem ser irreparáveis em crianças e adolescentes. No Brasil, 46% dos estudantes relatam que já sofreram algum tipo de intimidação por razões como gênero, aparência física, opção sexual, entre outros.

É muito comum que as pessoas em período escolar tenham inseguranças — o que facilita a ação dos agressores, que aproveitam das fraquezas dos seus alvos. Além disso, esse tipo de violência interfere no ambiente escolar e se estende aos meios virtuais, podendo tomar dimensões que prejudicam todo o processo de ensino-aprendizagem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para abordar como deve ser a postura da escola e como ela deve lidar com o bullying. Confira!

Quais são as causas do bullying?

O bullying é uma intimidação sistemática que resulta em agressões verbais, físicas ou psicológicas. Na escola, ele aparece quando um estudante é vítima de hostilidades causadas por visões arrogantes e preconceituosas de um indivíduo ou de um grupo que o consideram diferente da maioria.

Com a disseminação dos smartphones e a popularização das redes sociais, os casos de bullying na escola se potencializaram. Tanto crianças quanto adolescentes que se destacam nos estudos ou que estão acima do peso, por exemplo, podem ser vítimas de piadas e de discriminação social pelos seus colegas.

Quais indicadores sinalizam que o aluno sofre ou pratica bullying?

Geralmente, o aluno que vive situações constrangedoras não conta que está passando pelo problema, pois fica com vergonha. Por isso, pais e professores precisam acompanhar a rotina dos estudantes e ficar muito atentos às mudanças de hábitos e atitudes, já que vítimas de bullying podem desenvolver depressão e ansiedade.

O comportamento de quem pratica bullying pode ter diversas explicações. Em alguns casos, agredir pode também ser um pedido de ajuda. Entretanto, é importante que a pessoa saiba as consequências dos seus atos e seja ensinada a gerir suas ações e emoções.

Os seguintes sinais são indicadores de quem sobre bullying:

  • evitam ir à aula ou pedem para trocar de escola;
  • têm queda no desempenho escolar;
  • dificuldade de se relacionar socialmente;
  • baixa autoestima;
  • apresentam sintomas físicos, como dores e suor frio.

Os seguintes sinais são indicadores de quem pratica bullying:

  • arrogância;
  • atitudes desafiadoras;
  • manipulam situações;
  • contam mentiras;
  • dificuldade em aceitar limites.

Como a escola pode lidar com essa situação?

A relação entre professor e aluno deve ser acolhedora, para que a vítima se sinta segura e tenha a quem recorrer quando passar por essas situações. A equipe pedagógica deve estar sempre atenta aos alunos que são ameaçados e aos que ameaçam.

Os gestores devem ser firmes e oferecer medidas corretivas aos estudantes responsáveis pelos casos. A repreensão deve acontecer na medida certa a fim de que agressor e agredido possam seguir em frente sem praticar mais violência, ou se sentirem constrangidos.

É fundamental que os responsáveis pelas instituições de ensino saibam identificar e combater o bullying na escola e coloquem em prática ações que enfrentem esse problema. Além disso, é interessante realizar eventos e reuniões que conscientizem os alunos e todos os envolvidos na comunidade escolar, seja com debates, seja com filmes, palestras ou feiras.

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Atividades educativas extraclasse: como inovar e integrar a família?

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As atividades educativas extraclasse se baseiam em situações de aprendizagem criadas pelo professor para aumentar a possibilidade de que os estudantes tenham contato com os conteúdos debatidos em sala de aula e possam atingir seus objetivos educacionais.

É importante, para o aluno, rever os conceitos — que, muitas vezes, não são fáceis de assimilar apenas com explicações — e aprender na prática, principalmente com o auxílio da tecnologia. Dessa forma, ele pode descobrir novas dúvidas e levá-las para a escola.

Com as atividades educativas extraclasse é possível, ainda, envolver a família no processo de educação dos filhos. Os pais podem ajudá-los ou incentivá-los a estudar, gerando mais comprometimento com a formação do jovem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que a sua escola saiba como inovar e implementar ações que integrem família e escola. Boa leitura!

Amplie as experiências

A implementação de atividades educativas extraclasse aumenta o contato do aluno com as disciplinas e auxilia na consolidação do conhecimento. Não existe um método mais eficiente para o aprendizado — é preciso testar e instituir aquele que gerar melhores resultados.

Inovar e oferecer atividades descontraídas e divertidas pode motivar os estudantes e fazer com que eles melhorem seus desempenhos. Para isso, é possível contar com exercícios simples, como jogos educativos, aplicativos e outras ferramentas tecnológicas lúdicas que ampliem a experiência dos alunos com o conteúdo trabalhado em sala.

Equilibre o conteúdo

O conteúdo ensinado na sala de aula precisa estar balanceado com as atividades que devem ser realizadas em casa. É fundamental lembrar que os itens são complementares e que o aluno precisa mesclar o aprendizado presencial com o online.

Nesse caso, é possível aplicar o conceito da sala de aula invertida — muito presente no Ensino Híbrido. Para isso, o educador entrega o conteúdo para seus alunos estudarem em casa e eles trazem suas dúvidas para a escola. Dessa forma, o professor passa a ser um mediador, promovendo debates sobre o assunto e, consequentemente, deixando as aulas mais dinâmicas.

Faça atividades educativas extraclasse online

Já existem plataformas que complementam os assuntos estudados em sala de aula e permitem a realização de provas, exercícios, simulados e deveres de casa. Isso gera economia no tempo do professor, que não precisará corrigir todas as atividades manualmente, e garante um melhor controle da evolução do aluno no dia a dia.

As atividades educativas online aumentam o engajamento da turma e podem ser realizadas em qualquer lugar, por meio de computadores, tablets ou smartphones — aparelhos que já fazem parte da realidade dos jovens.

Aproxime a família da escola

Pais e responsáveis precisam ser orientados a participar do dia a dia escolar dos filhos. Para isso, a tecnologia pode ser novamente usada. A escola pode enviar o cronograma e os avanços de cada estudante por e-mail.

Eventos culturais são boas formas de aproximar a família da escola e apresentar os trabalhos que estão sendo realizados para os pais. Feiras de ciências, teatros, festas, exposições e reuniões são ótimas maneiras de engajar os responsáveis.

Como você pôde ver, é fundamental planejar atividades educativas extraclasse simples, que associem os temas estudados com a realidade do aluno e instiguem a sua curiosidade. Além disso, é preciso envolver a família na educação dos filhos, incentivando que eles acompanhem, apoiem e estimulem suas habilidades — como a resiliência e a perseverança.

Se você gostou do nosso conteúdo, complemente a leitura e entenda como debates na sala de aula podem cativar os alunos!

Avaliação Nacional da Educação Básica: entenda detalhes do que ela prevê

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A Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que inclui a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e a Avaliação Nacional de Rendimento Escolar (ANRESC) — também conhecida como Prova Brasil.

O SAEB tem o objetivo de produzir dados para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Essas informações permitem elaborar políticas públicas mais acertadas e fornecer aos educadores e aos gestores documentos realistas e confiáveis para que eles possam desenvolver projetos pedagógicos de acordo com as suas realidades.

Continue a leitura e entenda melhor o que prevê a Avaliação Nacional da Educação Básica!

Quais são os objetivos e metas da Avaliação Nacional da Educação Básica?

A ANEB é aplicada a cada dois anos, por amostragem, aos alunos do 5° e 9° anos do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas urbanas e rurais, e da 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas.

Ela possibilita obter resultados sobre a performance de equipes de estudantes organizados em grupos amostrais. Seu objetivo principal é avaliar a equivalência, a eficiência e a qualidade da educação brasileira.

O exame consiste em provas objetivas e questionários que compreendem duas áreas do conhecimento: Língua Portuguesa e Matemática. A análise da educação é feita confrontando os resultados bienais com as metas estabelecidas, avaliando se os objetivos traçados estão sendo cumpridos.

Tais metas são planejadas de acordo com o país como um todo, com as unidades da federação e com os municípios. O plano é que cada setor evolua rápido o suficiente para fazer com que o país alcance o nível educacional médio das nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — classificado como alto e satisfatório.

Qual é a diferença entre a ANEB e a Prova Brasil?

A ANEB e a Prova Brasil são complementares e empregam os mesmos instrumentos avaliativos em escolas com mais de dez alunos matriculados. Além disso, elas são aplicadas com a mesma periodicidade.

A Prova Brasil é uma avaliação censitária que, a partir de 2017, passou a englobar alunos do Ensino Médio da rede privada. A principal diferença é que a ANEB abrange as escolas e alunos de forma amostral — ou seja, somente parte dos estudantes participa dos exames.

Quais são as mudanças que envolvem as escolas particulares?

Além da inclusão das escolas privadas na avaliação da Prova Brasil, algumas mudanças envolvem a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) — que foi incorporada à Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).

Para incentivar o estudo da Matemática em todo o Brasil, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) mudou o formato da OBMEP e passou a englobar as escolas particulares no exame. O objetivo é proporcionar a todas as escolas a possibilidade de descobrir jovens talentosos e melhorar o ensino.

Os resultados da Avaliação Nacional da Educação Básica não possuem natureza eliminatória ou classificatória para os alunos. Dessa forma, a melhor maneira de preparar a sua escola para a avaliação é por meio de um ensino de qualidade. Além disso, é importante trabalhar a conscientização de toda a comunidade escolar a respeito da importância e relevância do exame.

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A educação está mudando, veja como mudar sua escola também!

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A vasta quantidade de informação à nossa disposição e a presença cada vez maior da tecnologia em nosso dia-a-dia estão transformando nossa sociedade. Pensando nisso a Positivo Tecnologia Educacional veio até aqui pra contar como podemos ajudar as escolas através da tecnologia, vamos conferir?

Sabemos que, no mercado de trabalho há uma demanda cada vez maior por profissionais capazes de obter, manipular e comunicar informações, combinando-as com as ferramentas à disposição, de linguagens de programação a sistemas de inteligência artificial, até atingir o resultado desejado. Mais importante do que “saber” a resposta é saber como construir o caminho até ela.

Com isso, a educação também está mudando. Já vão longe os tempos da “decoreba”, substituídos por uma ênfase no desenvolvimento de habilidades como a capacidade analítica, pensamento lógico, trabalho em equipe e uma sólida base em STEM (o conjunto de disciplinas composto por Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, ou Science, Technology, Engineering and Math). Tudo isso, combinado a um novo jeito de ensinar que os estimula a aprender de forma independente, está sendo chamado de Educação 4.0.

O conceito STEM, uma metodologia que está revolucionando o ensino, tem como objetivo não só promover as 4 áreas do conhecimento já citadas, mas também de realizar uma conexão entre o ensino delas de forma interdisciplinar. Ao compreender o impacto de cada uma destas disciplinas no mundo ao seu redor, o estudante passa a valorizar o aprendizado, que se torna mais eficiente. O resultado são jovens melhor preparados para o futuro.

No começo do texto falamos sobre a importância de habilidades como a “capacidade analítica e pensamento lógico”. Um conceito que explora e desenvolve estas habilidades é o pensamento computacional. Trocando em miúdos, é a capacidade de analisar um problema, elaborar uma solução e descrevê-la em uma série de passos, ou etapas, que podem ser seguidos por outra pessoa ou mesmo por um computador, de forma muito similar ao processo que é usado no desenvolvimento de softwares.

Por isso a programação é frequentemente usada como uma forma de introduzir os estudantes ao pensamento computacional, e de quebra familiarizá-los com o funcionamento dos computadores que nos cercam. A programação e as escolas como Polos de Inovação fala um pouco sobre os benefícios no ensino da programação, tanto para os alunos como para a escola enquanto instituição.

E não podemos nos esquecer do M de STEM, a nossa velha amiga Matemática.Quando os alunos começam a entender a importância da Matemática e ver que ela está presente em nosso cotidiano, o processo de aprendizagem se torna mais acessível e divertido.

Para despertar e multiplicar o interesse de seus alunos pela disciplina, consulte as  7 premissas para transformar o ensino de Matemática na minha escola. E para saber mais sobre as melhores práticas adotados por países como a China, Japão e Cingapura,  que possuem destaque nesta área, sugerimos o Relatório do Ensino da Matemática no Mundo.

Conte com o Positivo Tecnologia Educacional para transformar sua escola em um polo de inovação. E se precisar de uma forcinha nesse processo, estamos aí.

Rafael Rigues é produtor de conteúdo da Positivo Tecnologia Educacional.

Como usar tecnologia para contornar a dificuldade de aprendizagem? Saiba mais!

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A tecnologia pode ser uma grande aliada para entender a dificuldade de aprendizagem do aluno e buscar soluções para reverter esse quadro. Mais que isso, as ferramentas ajudam a acompanhar se a nova abordagem pedagógica está trazendo resultados reais.

Nesse cenário, podemos destacar o big data como um grande auxiliar no acompanhamento virtual de todo o ensino. Basicamente, essa tecnologia pode ser definida como uma grande quantidade de informações e dados importantes que precisam de um sistema para interpretá-los. Essa ferramenta permite acessar dados específicos, relacioná-los e analisá-los, de forma a auxiliar o trabalho em sala de aula.

Continue a leitura e entenda como a tecnologia pode ajudar a contornar as dificuldades de aprendizagem!

Inclua toda a comunidade escolar

Contar com o apoio de toda a comunidade escolar durante o processo de adoção da tecnologia na escola é essencial. Para professores e gestores conseguirem coletar os dados necessários para as avaliações é importante que eles recebam treinamentos e instruções a fim de deixá-los seguros com os novos recursos.

A tecnologia ajuda a perceber quais ações dos estudantes estão diretamente ligadas ao seu maior desempenho e aumento das notas. Por outro lado, permite entender quais diminuem sua performance. Assim, os educadores podem entender quais práticas precisarão adotar na sala de aula para envolver todos os alunos nos novos processos de aprendizado.

Além disso, é possível mapear quais alunos estão mais propensos a desistir dos estudos e buscar envolver os pais na vida acadêmica dos filhos, a fim de promover melhorias na educação.

Entenda a demanda dos alunos de modo personalizado

A tecnologia permite analisar o aluno individualmente e compreender os fatores que dificultam aprendizagem. Dessa forma, em vez de passar o mesmo conteúdo e realizar a mesma avaliação com a turma inteira, é possível indicar questões específicas para cada um.

Por meio dos relatórios emitidos pelo programa, o professor pode personalizar a sua intervenção, indicando videoaulas, atividades extras ou oficinas de reforço — tudo de acordo com as possibilidades e necessidades de cada estudante.

Assim, alunos que apresentam mais dificuldades se sentem capazes de aprender e alunos que estão mais avançados na matéria não ficam desmotivados com as aulas e com a falta de desafios.

Mapeie os problemas de cada turma

Além das informações individuais, é possível fazer um mapeamento mais generalizado e entender os problemas de cada turma. O monitoramento contínuo permite que o professor realize intervenções mais acertadas e que os alunos se mantenham engajados.

Com os números consistentes e feedbacks detalhados que o big data gera, o professor consegue preparar as próximas aulas visando reforçar os conteúdos que geram mais dificuldade em cada sala de aula.

Após a implementação da tecnologia na escola é preciso acompanhar a adaptação dos professores e dos alunos. Dessa maneira, a instituição pode sanar todas as resistências e obstáculos que surgirem.

Por meio da tecnologia o educador consegue traçar um perfil apurado e entender a dificuldade de aprendizagem de cada aluno, prever sua trajetória e sugerir caminhos para que a prática pedagógica atenda às necessidades de cada turma.

Se você gostou do nosso conteúdo, não deixe de realizar nosso teste com 20 perguntas para descobrir como aprender melhor!